Implante de testosterona

Quando falamos sobre tratamento do hipogonadismo, com consequente terapia de reposição hormonal de testosterona (TRT), as possibilidades terapêuticas são múltiplas! Na Medicina, busca-se o melhor para o paciente frente às incertezas, sendo a escolha do tratamento muito subjetiva, tendo em vista que toda intervenção médica leva consigo vantagens e desvantagens; benefícios e riscos, logo, a melhor decisão dependerá sempre das particularidades do paciente.

No caso dos Implantes Hormonais de Testosterona, conhecidos popularmente como “chips”, podemos citar:

Vantagens:
• Maior adesão ao tratamento, tendo em vista a conveniência;
• Evita-se constantes picos e vales hormonais, quando comparados com as aplicações intramusculares;
• Menor incidência de reações locais, típicas dos veículos transdérmico (creme) e intramuscular;
• Não há transferência para pessoas da família, como no caso do creme;
• Menor tendência de elevação dos níveis de hematócrito (viscosidade “grossura”do sangue), quando comparo a via intramuscular;
• Evita-se o risco de armazenamento, sobretudo quando há fracionamento não apropriado de doses;

Desvantagens:

• Custo associado;
• Extrusão do implante, que acontece entre 1% e 4% dos casos;
• É um procedimento simples, com anestesia local, mas cirúrgico, logo é invasivo;
• Impossibilidade de ajustar a dose, depois do início da terapia;

Referências: DOI: 10.1111/jsm.12226 DOI: 10.1111/j.1743-6109.2010.02196.x

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